"Falar sem aspas, amar sem interrogações, sonhar com reticências, viver e ponto final."

sábado, 10 de dezembro de 2011


Eu não preciso de ser uma princesa, nem tu precisas de ser um príncipe! Nós não precisamos de vidas semelhantes, para podermos estar juntos, da maneira que estamos. Não precisamos de ter um reino, para termos o poder que mais ninguém tem.
E sabes porquê que não precisamos de nada disso?
Porque, basicamente, ja temos tudo isso mas de outra maneira. uma maneira só nossa! Porque já temos uma história! Temos ‘um mundo só nosso’.
Nesse, até podemos não ter papéis semelhantes, mas estamos juntos! Aliás, somos só nós os dois. Se quiseres eu até posso ser a princesa, e tu o príncipe, mas só disto! Só do que é nosso! Também não temos um reino, mas também não precisamos de o ter, porque neste ‘mundo’, nesta história, nós temos o poder que mais ninguém tem. Nós temos um poder só nosso e o melhor de tudo, é que somos só nós!
Nós mandamos numa ‘coisa’ que é nossa! Nós somos diferentes. Nós somos melhores, e isso é óptimo!

Obrigada, João!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011


Para mim acreditar é complicado e decidir é acreditar. Esquecer é difícil, e perdoar é uma maneira de esquecer.
Se existe ligação? Existe! Ambas nos levam a percorre-las a todas, numa simples situação.
Pensamos muitas vezes que alguma delas é a solução perfeita para resolver o problema, mas não é bem assim. SÃO TODAS DIFICEIS! Não são palavras que se usam sem pensar, ou sem ter a certeza do que está a acontecer, e do que se quer fazer.
Se ajudam? Ajudam.
Acreditar ajuda a todos, ajuda a continuar com os que merecem mas também, com os que não merecem. Esquecer ajuda a livrarmo-nos dos piores, e perdoar ajuda a dar mais uma hipótese, tanto aos bons, como aos maus. Afinal qualquer um vai a tempo de mudar, e em relação a isso, nada contra!
Mas, e o tempo? O tempo entra em toda esta história, mas esse… esse ninguém sabe,ninguém percebe. Ninguém decide por ele, ninguém sabe se é certo, ou incerto. Esse deixa sempre duvidas. Não dá certezas, não nos garante mais nada, a não ser que hoje é hoje, e que amanhã é outro dia. Esse até pode ser imperdoável, muitas das vezes, mas temos sempre que ‘levar’ com ele.
Esse não muda, é sempre o mesmo! Sempre o mesmo ritmo, o «tic-tac» faz completamente, parte da nossa rotina, e um dia são as vinte e quatro horas, de sempre. São sempre as mesmas! Deste, só podemos fazer uma coisa: prolonga-lo! prolongá-lo á nossa maneira! Tu tens a tua maneira de o fazer, eu tenho a minha, afinal de contas, nem todos temos as mesmas preferências. Não precisas de o contar, deixa-o passar, quando deres por ti ‘já foi mais um bocado’, mesmo que não tenha sido o suficiente. Afinal, ele não pára. E pensa, que se cada dia for mais um bocadinho, vai sendo uma maneira de o transformares totalmente nisso, (talvez) um dia mais tarde.
Só mais uma coisa, deste? Deste não esperes respostas, podes pedir-lhe ajuda, a única coisa que ele te diz é: “espera, acalma-te, continua. Continuar é a única coisa que podes fazer todos os dias, mesmo não tendo a certeza do tempo que tens pela frente, e do tempo que vais demorar a pensar, a resolver ou a chegar. E não tenhas medo! Não tenhas medo, porque se há coisa que te acompanha todos os dias, sou eu. O TEMPO! “
É verdade! Alguma vez pensaste que seria ele o teu grande, e velho amigo? Que independentemente de te atrapalhar, de te chatear, de, ás vezes, te fazer esperar, atrasar ou adiantar, anda sempre ao teu lado?!
Ás vezes faz por ti. Faz com que algumas coisas aconteçam no momento que tu querias que acontecessem. É aquele que tu mais valorizas, mas nem dás por isso.
Mas não penses que ele é tudo. Aliás não penses isso de nada! Porque nunca é suficiente! Deixa-nos sempre á espera de mais, e mais. E às vezes desorienta-nos, e deixa-nos a ver navios.