"Falar sem aspas, amar sem interrogações, sonhar com reticências, viver e ponto final."

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


Queres que te seja sincera?
não sinto inveja, aliás por ti só sinto rancor. Chega de tentares ser superior, chega de tentares ser melhor. Não ganhas nada com isso. Chega de golpes baixos.
É tudo uma perda de tempo, mete isso na tua cabeça.
Sim incomodas-me, sim enervas-me, mas não, não me invejo de ti. se eu consegui este lugar por alguma razão foi, e se calhar uma delas é ser, ou ter feito tudo, melhor do que tu.
Estás a perder tempo da tua vida numa coisa que não vais conseguir levar. É um objectivo traçado, e embora não te lembres, foste tu que o traçaste.
Foste quem meteu um pé á frente do outro, e te aproveitaste um bocado da situação. Preferias dizer que ‘tinhas alguém’ do que olhares para esse ‘alguém’ e veres que esse mesmo tinha um grande sentimento por ti, algo verdadeiro.
Foste quem deitou tudo a perder. Esqueceste-te que o feitiço se podia virar contra o feiticeiro. Deixaste-te envolver.
Depois quando chegou a tua altura; quando chegou a tua vez, a vez de seres tu a amar, de seres tu a sentires tal coisa já não tinhas o ingrediente essencial para juntar a todos os outros ingredientes que já tinhas colocado no caldeirão. A tua porção foi por água abaixo. Arruínas-te.
Já tinhas tudo pronto. 3 colheres de amizade; 3 pacotes de felicidade e sobretudo, um coração cheio de amor. Pronto a ter ‘dono’, com um lugar bem decorada, bastante confortável e completamente único para aquela pessoa. Mas quando foste atrás do último ingrediente, aquele que estava em falta, já não o tinhas. Já te tinha fugido da ‘dispensa’. Sim, ficaste sem correspondência.
Não existiu nada. Agora também não vai existir.
Agora estás presa a um caldeirão incompleto e, praticamente, impossível de completar.
Um conselho: deita fora tudo isso, despeja esse caldeirão, lava-o e tenta de novo, com outra pessoa. AVANÇA. Está na hora de me deixares em paz. Está na hora de abandonares a minha preocupação. Está mais que na altura de abrires os olhos e perceber que ‘estás a mais’.


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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


Somos perfeitos a arranjar.
O quê? Tudo! somos ideias em desculpas, em invenções, em maneiras de ter ou fazer aquilo que queremos. Somos despachados para dar tempo para o que realmente queremos. Fazemos só para adquirir o que pretendemos. Caímos em promessas porque somos ‘parvos’.
Ninguém nos garante que é verdade. independentemente de ser uma promessa, não significa que sejam cumpridas.
Somos loucos! Somos crentes. Parece que ás vezes nos passa uma ‘coisa qualquer’ á frente dos olhos, capaz de nos vidrar a algo, impedindo-nos de ponderar sobre tal coisa. Qualquer coisa que faz com que nos preocupemos SÓ com aquilo. O nosso pensamento é isso. Torna-se um desejo. Chegamos mesmo a sonhar com isso, consecutivamente, até obtermos o que é pretendido.
Como costumamos dizer: fazemos de tudo!
Nessas alturas nem nos importamos de ajudar os pais. Não nos importamos de limpar a casa sozinhos, para que reparem que estamos realmente empenhados para tal objectivo. Não nos importamos de ir á missa, nem de nos levantarmos cedo só para fazer companhia á mãe, na sua caminhada matinal. Não nos importamos de cozinhar. Aliás, até nos oferecemos. Voluntariamo-nos só para agradar. Eles chamam, nós vamos logo, logo a correr. Não vacilamos. Na nossa cabeça : não podemos perder tempo, nem deitar a perder uma oportunidade de os ‘convencer’ de que realmente merecemos.
E agora? O que é que fazemos para ter uma vida melhor? O que é que pedimos para ter sorte?
Nada. Não podemos pedir. Não nos adianta pedir. Ninguém nos pode dar. Os pais já não nos podem dar isso. É inútil.
Agora percebo que realmente fiz tanto por um simples telemóvel, por uma simples camisola, calças, ou vestido. Fiz tanto, por tão pouco. Fiz ‘tudo’ por ‘nada’.
Não me arrependo. Paciência. São ‘coisas da idade’.
Hoje só peço que tudo dê certo. Só peço para me entenderem, para me deixarem, para me darem uma oportunidade. Hoje tenho um objectivo, mas é um objectivo diferente. é para durar o resto da vida. é um de ‘longo prazo’.
É um objectivo que depende de mim e não dos meus pais. Quem tem de trabalhar para ele, sou eu. Quem tem de fazer por ele, sou eu. A minha vida é isto. É esta luta, é esta felicidade, és TU! E eu só tenho uma coisa a pedir, e é a ti: nunca me deixes! Pelo menos, tenta!

I LOVE YOU SO MUCH!