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| "Quando morrer quero apenas que saibam que nunca feri com intenção, e se isso não servir para ir para o céu que se foda o céu(...)" |
Sou apologista de que “a vida é demasiado séria para não ser levada a
brincar”, mas há momentos para tudo, como se costuma dizer. Não devemos
exagerar, nem na seriedade, nem na brincadeira afinal, o que é em exagero
também cansa. Devemos sim, levar a vida com um sorriso na cara, os problemas
devem ser levados á frente. Não nos podemos esquecer nunca de olhar para a vida
com olhos de ver e, acima de tudo, não deixar escapar os pormenores que nos podem
ajudar e fazer realmente felizes. Mais importante ainda é termos a consciência
de que quem faz os dias somos nós, quem faz o mundo somos nós! Os problemas
surgem por culpa de alguém e, infelizmente, esse alguém é Humano, tal como nós.
Devemos ter essa noção para que não nos deixemos levar no mesmo erro. Pior do
que ver alguém cair num buraco, é atirarmos-nos de seguida!
Quem não tira lições da vida, não sabe o mal que faz. Já não falo em
tirar apontamentos, porque já não se usa, mas sim em guardar na memória, pois,
mais tarde ou mais cedo vamos precisar de as requisitar e, se tivermos essa
informação e esses acontecimentos de aprendizagem gravados iremos agir de
melhor forma e reagir da melhor maneira!
Se for para nos guiarmos por alguma coisa, que seja por aquilo que a
vida tem de melhor! Chega de infelicidade e de aborrecimentos. É certo que
ninguém sabe o dia de amanhã, ninguém sabe aquilo que o futuro tem reservado
para nós, aquilo que, na verdade, nos espera! O melhor mesmo é todos os dias
arranjarmos um bocado de otimismo para então encararmos da melhor maneira o tal
amanhã!










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![""O que mais dói não é – desengana-te – a infelicidade. A infelicidade dói. Magoa. Martiriza. É intensa; faz gritar, sofrer, saltar, chorar. Mas a infelicidade não é o que mais dói. A infelicidade é infeliz – mas não é o que mais dói.
O que mais dói é a subfelicidade. A felicidade mais ou menos, a felicidade que não se faz felicidade, que fica sempre a meio de se ser. A quase felicidade. A subfelicidade não magoa – vai magoando; a subfelicidade não martiriza – vai martirizando. Não é intensa – mas é imensa; faz gritar, sofrer, saltar, chorar – mas em silêncio, em surdina, em anonimato. Como se não fosse. Mas é: a subfelicidade é. A subfelicidade faz-te ficar refém do que tens – mas nem assim te impede de te sentires apeado do que não tens e gostarias de ter. Do que está ali, sempre ali, sempre à mão de semear – e que, mesmo assim, nunca consegues tocar. A subfelicidade é o piso -1 da felicidade. E não há elevador algum que te leve a subir de piso. Tens de ser tu a pegar nas tuas perninhas e a subir as escadas. Anda daí."
[PedroChagasFreitas]"](https://fbcdn-sphotos-e-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xaf1/v/t1.0-9/p296x100/10408962_942583809115291_4571260398653050074_n.jpg?oh=5e6e4f25c3e695de628750b7d309486e&oe=55B18E03&__gda__=1434682596_eb088dd06784f94ae24d1bb30bf0d667)





